Blog do Kuramoto

Este blog se dedica às discussões relacionadas ao Open Access

Novo ranking mundial de universidades e de repositórios institucionais

O ranking de universidades  e de repositórios institucionais é construído e mantido pelo Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), que abriga o CybermetricsLab, órgão responsável por elaborar o acompanhamento das universidades e repositórios institucionais em todo o mundo, portanto, órgão responsável pelas informações veiculadas nos sítios: http://www.webometrics.info/en/world, onde a USP aparece em 19. lugar entre todas as universidades no mundo. Assim como no sítio: http://repositories.webometrics.info/en/world, onde a USP aparece em 8. lugar com o seu repositório de teses e dissertações.  À USP os nossos parabéns! Isto mostra a importância que a manutenção de um repositório tem no processo de classificação das universidades nesses rankings elaborados pela Cybermetrics Lab.

Outra universidade digna de receber os nossos cumprimentos é a UFRGS, cujo repositório (LUME) aparece em 27. lugar. Outra universidade que foi também classificada entre as 150 primeiras universidades desse ranking é a UnB, que aparece em 111. lugar, com o seu repositório institucional RIUnB. Nessa classificação, aparece também a Universidade Federal do Paraná, com a sua biblioteca digital de teses e dissertações, em 123. lugar. A UFSC aparece em 206. lugar com o seu repositório institucional e a EMBRAPA aparece em 247. lugar com o seu repositório ALICE. É importante salientar que de todas essas organizações, apenas a EMBRAPA e a UFPr não tiveram seus repositórios estimulados com recursos do IBICT.

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março 26, 2013 Posted by | artigo, Fontes de Informação OA | , , | 1 Comentário

Mendeley: Relatório de uso em termos globais

Após participar do evento 3a. Semana da Escrita Científica do IFSC, USP/São Carlos, retomo as matérias para este blog, ainda mais estimulado a discutir este importante tema, o documento científico, foco do Acesso Livre, e retomando as atividades deste blog, publico abaixo um artigo publicado no SciDev Net. Trata-se de uma matéria publicada no dia 01 de novembro, próximo passado, por Mendeley, uma iniciativa colaborativa onde os pesquisadores tem acesso e promove o acesso a artigos científicos. Este serviço constitui de uma comunidade composta por cerca de 2 milhões de usuários e, neste ano, publicou em seu sítio alguns indicadores estatísticos de uso de seus serviços, que tem como base as orientações das estratégias do Open Access.

“Um baixo gasto em pesquisa e desenvolvimento (P & D) de um país pode estar limitando o acesso dos o pesquisadores a trabalhos acadêmicos, e poderia estar prejudicando a sua produtividade e resultados, segundo o Relatório Global Mendeley.

O acesso limitado ao conteúdo acadêmico/científico, que é um problema particular em nações em desenvolvimento, podem ter um impacto indireto, bem como, negativo no número de trabalhos publicados e na obtenção de prêmios Nobel, de acordo com o Relatório de Pesquisa Global, publicado pela plataforma de colaboração Mendeley (1 de Novembro).

O relatório – que analisou os hábitos de leitura e estudo de dois milhões de pesquisadores, acompanhando seus fluxos de trabalho no sistema/ sítio Mendeley – descobriu que, à exceção de quatro países sul-americanos (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai) e China, pesquisadores de países em desenvolvimento têm uma média global de 142 trabalhos acadêmicos em suas bibliotecas pessoais no sítio Mendeley.

Pesquisadores de toda a África, o Oriente Médio, Sul e Sudeste da Ásia, cujos países têm um relativamente baixo orçamento de P & D, média, por pesquisador, entre 37 (no Sudeste da Ásia) e 73 trabalhos (na África).

Apesar de outros fatores, tais como a falta de acesso via banda larga, as diferenças culturais e de infraestrutura universitária pode desempenhar um papel importante na determinação do acesso ao conteúdo, o relatório fornece “provas convincentes” da influência econômica sobre o acesso a documentos de pesquisa, disse Victor Henning, executivo-chefe da Mendeley.

“Os números mostram claramente que, se você está limitado em termos de recurso/fomento, certamente, estará limitado quanto ao acesso a conteúdos”, disse ele ao SciDev.Net.

As questões de acessibilidade afetam nações desenvolvidas, acrescentou Henning, da mesma forma, mas muito mais fortemente percebida por países em desenvolvimento.

“Gostaríamos que este relatório mostrasse a magnitude do problema”, disse ele.

Mas, embora útil, o relatório não era para fazer “terra tremer”, segundo Subbiah Arunachalam, especialista em acesso aberto e pesquisador do Centre for Internet and Society, in Bangalore, India, a relação entre o acesso, financiamento e produtividade já é bem conhecido.

O relatório contribui pouco para estimular o debate sobre o acesso acadêmico e o potencial do Open Access, ele disse ao SciDev.Net.

O que é necessário para resolver os problemas de acesso, de acordo com Arunachalam, são estudos para descobrir porque os pesquisadores ainda relutam em assumir e utilizar  publicações existentes de acesso  aberto/livre.”

Um fato interessante neste informe da iniciativa Mendeley é que a Argentina é classificada em primeiro lugar com relação à média de artigos armazenados em uma biblioteca Mendeley de um determinado usuário. Esta iniciativa, Mendeley, permite aos usuários criar uma biblioteca de artigos científicos no referido sítio. Desta forma, os indicadores Mendeley indicam a Argentina, em primeiro lugar, cujos pesquisadores amazenam em média 267,6 artigos. A França aparece em segundo lugar com uma média de 232,6 artigos e a Alemanha aparece em terceiro lugar com uma média de 222,9 artigos e, em quarto lugar, aparece o Japão com uma média de 216,7 artigos.

novembro 9, 2012 Posted by | artigo, Fontes de Informação OA | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Brasil registra o seu segundo mandato

Parece que os resultados referentes às sementinhas plantadas no passado começam a aparecer. O segundo mando brasileiro vem também do Rio Grande do Sul e é da UFRGS. Soube que este mandato já havia sido aprovado pela UFRGS desde outubro de 2010. No entanto, ele ainda não havia sido registrado. Obrigado e parabéns à Caterina e a toda a equipe que trabalha com o repositório institucional da UFRGS, o LUME, por ter registrado o seu mandato. Aos poucos a presença brasileira começa a aumentar no ROARMAP.

junho 17, 2011 Posted by | Fontes de Informação OA | , , , , , | 2 Comentários

   

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