Blog do Kuramoto

Este blog se dedica às discussões relacionadas ao Open Access

Movimento mundial busca acesso livre à informação científica

A Agência C&T publica no site do MCT matéria sobre a entrega da carta aberta à SBPC elaborada como resultado do Encontro Aberto, O acesso à Informação Científica: aspectos políticos, tecnológicos e diferenças disciplinares” Segue a matéria elaborada por Cláudia Soares da Assessoria de Imprensa do MCT:

Maior acesso à informação científica; registro e disseminação da produção nacional; informação compartilhada como ferramenta para a redução das desigualdades sociais. Esses são alguns dos princípios que norteiam o conteúdo da Carta Aberta à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entregue hoje (20) durante a 58ª Reunião Anual da entidade.A portadora do manifesto foi a coordenadora de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina, que sedia o evento, professora Miriam Figueiredo Vieira da Cunha, representando a Associação Nacional do segmento, a Ancib. O documento foi entregue em encontro das sociedades científicas na SBPC. O ato faz parte de um movimento mundial pela publicação de pesquisas por meio de arquivos abertos, do qual o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) é signatário. Três ações concretas realizadas pelo Ibict, vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, são citadas no documento, ratificando a viabilidade do movimento. Uma delas é a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD), integrando 30 instituições de ensino superior, com um acervo de 21 mil teses e dissertações eletrônicas, em texto integral. Faz referência, ainda, ao Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas, utilizado por cerca de 90 periódicos científicos nacionais, e ao DSpace, com comprovada adoção por mais de 1.500 instituições em todo o mundo e por seis instituições nacionais. “Queremos mais entidades engajadas nesse movimento. Buscamos o conhecimento compartilhado mas respeitando a propriedade intelectual”, explica Mírian Cunha.
O Brasil ocupa, hoje, o quarto lugar entre os países que mais construíram repositórios de acesso livre, ficando atrás apenas dos EUA, Reino Unido e Alemanha. A Academia Brasileira de Ciências também já encampou o movimento, lançando manifesto semelhante.

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julho 21, 2006 - Posted by | Sem categoria |

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